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Epiphyllum phyllanthus (Flor de Baile, Pitainha)

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  • Estacas da planta adulta.
  • Rápido enraizamento.
  • Embalagem 100% segura.

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Muda de Epiphyllum phyllanthus (Flor de Baile, Pitainha), também conhecida como Cacto-orquídea, Acutirém-biú (que vem do tupi-guarani e significa “Erva longa que dá frutos como lança”). Também é conhecido como Flor de baile, Pitainha de forquilha e Comandá.

  • Características: É uma herbácea epífita (que se alimenta da umidade do ar), pendente devido ao peso dos ramos, articulada (com junta ou nós) com ramo principal cilíndrico ou com 3 ou 4 ângulos. Os artículos (folhas no popular) são oblongas (mais longa que larga), lanceoladas (como lança) aplainados de textura delgada ou delicada medindo de 30 a 150 cm de comprimento por 4 a 7 cm de largura, ondulados e avermelhados na margem com dentes arredondados distantes 3 a 5 cm entre si. Desses dentes existem aréolas de inde emergem novos artículos ou flores. As flores são noturnas de cor branca ou creme ou de outra cor a depender da variedade, com tubo receptacular muito comprido com 7 a 21 cm de comprimento, com segmentos que formam 5 a 6 pétalas de 2 a 3,4 cm de cumprimento. Os frutos são bagas longas de 4 a 7 cm de comprimento por 3 a 5 cm de largura com polpa branca gelatinosa de sabor delicado envolvendo diversas sementes pretas e brilhantes.
  • Dicas para cultivo: A planta resiste a baixas temperaturas de até – 5 graus, adaptando-se a qualquer altitude, preferindo lugares onde a umidade relativa do ar é alta; é bom plantá-la na sombra sobre o tronco de arvores velhas que sejam cascudos ou em covas ricas em matéria orgânica e folhas ou madeira em decomposição onde não ocorra encharcamento mais que a umidade fique preservada. Outra opção é cultivá-la em vasos suspensos com fibra de coco ou substrato feito de cascas de arvore e folhas em decomposição.
  • Mudas: As sementes são pequenas, conservam o poder germinativo por 5 a 8 meses. A melhor forma de germinar é semear em bandejas com substrato feito de folhas e galhos apodrecidos triturados. A germinação ocorre em 70 a 100 dias e o desenvolvimento das plântulas é lento, devendo ser transplantadas para vasos individuais quando tiverem 10 cm de altura. Outra opção é fazer mudas por estacas do caule que enraízam facilmente; plantas multiplicadas desse modo frutificam com no máximo 2 anos. A frutificação inicia-se com 5 anos quando cultivada por sementes.
  • Plantando: É uma cactácea resistente a secas quando plantada no solo, de forma que as covas devem conter 500g de cinzas, 5 kg de cama de frango decomposta, 50% de terra e 50% de folhas e galhos apodrecidos ou em decomposição. Plante-as na sombra, num espaçamento de 2 x 2 m ou sobre o tronco de arvores cascudas.
  • Cultivando: Após o plantio na arvore a planta precisa ser amarrada até que solte as raízes e se fixe naturalmente, no período de 12 meses após o plantio, irrigue as plantas recém plantadas a cada quinze dias quando não chover. A adubação é feita com folhas podres e esterco bem curtido que deve ser lançado na base da planta. Ou ainda se pode fazer pulverizações com adubos foliares usados em samambaias.
  • Usos: Frutifica nos meses de Janeiro a Março. Os frutos são consumidos in-natura, ou para fabricação de sucos ou geleia. A planta é muito cultivada em vasos em áreas ou varandas ou pendurados sob a copa de arvores como ornamental.
REF: LP-00013 Categorias: , Tags: , ,
Peso 310 g
Dimensões 16 × 11 × 2 cm

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Muda de Epiphyllum phyllanthus (Flor de Baile, Pitainha), também conhecida como Cacto-orquídea, Acutirém-biú (que vem do tupi-guarani e significa “Erva longa que dá frutos como lança”). Também é conhecido como Flor de baile, Pitainha de forquilha e Comandá.

  • Características: É uma herbácea epífita (que se alimenta da umidade do ar), pendente devido ao peso dos ramos, articulada (com junta ou nós) com ramo principal cilíndrico ou com 3 ou 4 ângulos. Os artículos (folhas no popular) são oblongas (mais longa que larga), lanceoladas (como lança) aplainados de textura delgada ou delicada medindo de 30 a 150 cm de comprimento por 4 a 7 cm de largura, ondulados e avermelhados na margem com dentes arredondados distantes 3 a 5 cm entre si. Desses dentes existem aréolas de inde emergem novos artículos ou flores. As flores são noturnas de cor branca ou creme ou de outra cor a depender da variedade, com tubo receptacular muito comprido com 7 a 21 cm de comprimento, com segmentos que formam 5 a 6 pétalas de 2 a 3,4 cm de cumprimento. Os frutos são bagas longas de 4 a 7 cm de comprimento por 3 a 5 cm de largura com polpa branca gelatinosa de sabor delicado envolvendo diversas sementes pretas e brilhantes.
  • Dicas para cultivo: A planta resiste a baixas temperaturas de até – 5 graus, adaptando-se a qualquer altitude, preferindo lugares onde a umidade relativa do ar é alta; é bom plantá-la na sombra sobre o tronco de arvores velhas que sejam cascudos ou em covas ricas em matéria orgânica e folhas ou madeira em decomposição onde não ocorra encharcamento mais que a umidade fique preservada. Outra opção é cultivá-la em vasos suspensos com fibra de coco ou substrato feito de cascas de arvore e folhas em decomposição.
  • Mudas: As sementes são pequenas, conservam o poder germinativo por 5 a 8 meses. A melhor forma de germinar é semear em bandejas com substrato feito de folhas e galhos apodrecidos triturados. A germinação ocorre em 70 a 100 dias e o desenvolvimento das plântulas é lento, devendo ser transplantadas para vasos individuais quando tiverem 10 cm de altura. Outra opção é fazer mudas por estacas do caule que enraízam facilmente; plantas multiplicadas desse modo frutificam com no máximo 2 anos. A frutificação inicia-se com 5 anos quando cultivada por sementes.
  • Plantando: É uma cactácea resistente a secas quando plantada no solo, de forma que as covas devem conter 500g de cinzas, 5 kg de cama de frango decomposta, 50% de terra e 50% de folhas e galhos apodrecidos ou em decomposição. Plante-as na sombra, num espaçamento de 2 x 2 m ou sobre o tronco de arvores cascudas.
  • Cultivando: Após o plantio na arvore a planta precisa ser amarrada até que solte as raízes e se fixe naturalmente, no período de 12 meses após o plantio, irrigue as plantas recém plantadas a cada quinze dias quando não chover. A adubação é feita com folhas podres e esterco bem curtido que deve ser lançado na base da planta. Ou ainda se pode fazer pulverizações com adubos foliares usados em samambaias.
  • Usos: Frutifica nos meses de Janeiro a Março. Os frutos são consumidos in-natura, ou para fabricação de sucos ou geleia. A planta é muito cultivada em vasos em áreas ou varandas ou pendurados sob a copa de arvores como ornamental.

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